Central de notícias >

O mercado publicitário na Itália em fevereiro de 2018

Leitura de 2 minutos | Abril 2018

O mercado de investimentos públicos na Itália encerrou o mês de fevereiro com um crescimento de +1,2% (-0,9% sem search e social), levando o indicador a +1,8%, em relação ao mesmo período de 2017. Se excluirmos da coleta da web a estimativa da Nielsen sobre pesquisa e social, o movimento do bimestre registra uma queda de -0,3%.

“I numeri di questi primi due mesi dell’anno confermano una certa prudenza da parte degli investitori, seppur il trend sia in terreno positivo” – spiega Alberto Dal Sasso, AIS Managing Director di Nielsen. “L’andamento di febbraio, mese precedente a una tornata elettorale dall’esito incerto, è in leggera crescita, ma il clima di insicurezza ha sicuramente inciso sulla frenata registrata rispetto a gennaio, quando il mercato aveva chiuso a +2,6%”.

Em relação a outros indicadores, a TV teve uma queda de -0,8% em um único mês e um aumento de +0,6% no bimestre.

Sempre in negative i quotidiani, che a febbraio perdono il -9,6%, consolidando il periodo cumulato gennaio-febbraio a -8,7%. O mesmo andamento para os períodos, tanto em um único mês quanto para o bimestre, com calendários respectivamente de -8,1% e -11,1%.

O rádio continua o andamento positivo (+4,9% até fevereiro) e apresenta um aumento de +5,1% no período de janeiro a fevereiro.

Com base nas pesquisas realizadas pela Nielsen, a arrecadação do universo interno de publicidade na Web nos primeiros dois meses do ano foi positiva em +7,8% (+2,6% se excluirmos a pesquisa e o social).

O cinema está crescendo 37,4%, assim como o outdoor (+7,5%), o trânsito (+19,2%) e a GoTv (+33,1%).

No que diz respeito aos setores de merceologia, há 12 em crescimento, com um aporte de cerca de 34,3 milhões de euros. Nos primeiros compartimentos do mercado, foram registrados avanços diferenciados. Além do bom desempenho de automóveis (+5,6%), entidades e instituições (+41,1%) e mídia/editoria (+8,2%), há uma queda em alimentos (-1,4%), produtos farmacêuticos (-9,4%) e telecomunicações (-20,5%). Entre os outros setores que contribuíram para o crescimento, destaca-se o bom resultado em termos de investimentos públicos em gestão de casas (+14,1%), indústria/edilizia/attività (+34,4%) e tempo livre (+32,3%).

“Guardando all’andamento dei singoli mezzi nel bimestre, ci troviamo di fronte a un mercato a due velocità, che non ha fatto invertire il trend ma indubbiamente l’ha frenato: 37 milioni (+3,7%) di nuovi investimenti per i mezzi che sono cresciuti e 16 milioni in meno (-8,7%) per quelli che hanno sofferto da gennaio a oggi”  conclude Dal Sasso. “Ci si potrebbe aspettare un cambio di marcia nel secondo trimestre, quando le incertezze sull’assetto governativo del Paese si saranno auspicabilmente esaurite”.