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Os hábitos de assistir televisão estão mudando na América Latina e no Chile

Leitura de 6 minutos | Abril 2016

Las formas de ver contenidos de televisión están cambiando y los consumidores chilenos no son ajenos a esta realidad. Casi 7 de cada 10 encuestados en Chile aseguran ver programación de Video por Demanda (Video on Demand, sigla en inglés), mientras que el promedio en América Latina es de 6 por cada 10, de acuerdo al más reciente Estudio Global de Nielsen sobre Video on Demand.

A assinatura de TV a cabo se destaca como o serviço mais utilizado, com 56% na região latina e 11% a mais de preferência no Chile (67%). O serviço online está ganhando importância, mas ainda não é muito expressivo, mantendo-se em 20%, embora seja um dos mais altos da região. 

“Las opciones hoy en día son tan variadas, que ya sentarse a ver televisión en la sala esperando como antes la hora del programa, no es lo que esperan los consumidores. Con el crecimiento de opciones de programación de video on demand llegan cada vez más opciones en las que los usuarios pueden descargar o  ver transmisiones de contenido a partir de un paquete de TV tradicional o de una fuente en línea, creando grandes oportunidades para los consumidores, quienes tienen mayor control, como nunca antes, sobre lo que ven, cuándo lo ven y cómo lo ven”, señala Claudio Czarnobai, uno de los Industry Leaders en Nielsen Chile. 

Entre os entrevistados latinos, os chilenos são os que mais pensam em cancelar suas assinaturas de TV a cabo e/ou via satélite em troca de apenas serviços online (38% contra 24% da média da região). O impacto a longo prazo do crescimento das assinaturas de serviços online é amplificado principalmente por sua popularidade entre os consumidores mais jovens, especialmente entre a Geração Z (15-20) e a Geração Y (21-34). De qualquer forma, o estudo mostra que, atualmente, os serviços online e tradicionais não são mutuamente exclusivos, mas complementares.

De acordo com o estudo, o computador e o celular são os dispositivos mais utilizados pelos chilenos para assistir a VOD. Enquanto a média na América Latina do uso do celular para assistir a VOD é de 57%, no Chile esse número aumenta para 63%. O computador, na liderança, é utilizado por 81% dos latinos em geral e 83% no Chile, uma porcentagem muito significativa. Outra descoberta interessante do estudo é que 23% dos latinos entrevistados assistem a VOD mais de uma vez por dia e os chilenos um pouco mais, registrando 26%. 

Os entrevistados chilenos preferem filmes (84% contra 88% na região), séries (54% contra 54%), documentários (49% contra 45%) e programas de TV (49% contra 43%). Comédia, esportes, programas infantis e de culinária, dramas e outros também aparecem na lista, mas com porcentagens menores.

As circunstâncias para que os consumidores escolham o VOD hoje como uma atividade preferida passam especialmente pela busca do conforto. Com 82% de concordância, a América Latina é a região em que os consumidores afirmam assistir ao VOD porque podem ver o conteúdo no momento mais conveniente e em qualquer lugar. Este índice, que é de 82% no Chile, chega a 84% no Brasil, um dos mais elevados do mundo encontrados no estudo que compara 61 países de todos os continentes. Além disso, 76% dos chilenos afirmam que gostariam de ter mais opções de VOD.

Ter mais opções de programação também significa mais mensagens publicitárias para o público. Os consumidores são inundados com um número avassalador de anúncios diariamente e procuram escapar deles. 44% dos entrevistados que assistem a VOD dizem que os anúncios online antes, durante ou depois da programação VOD são uma distração e 55% gostariam de poder bloquear os anúncios.

A boa notícia para os anunciantes é que muitos consumidores veem valor nos anúncios, mas o valor da proposta deve ser o correto. De fato, quase 40% dos entrevistados que assistem a VOD concordam mais ou menos ou concordam totalmente que os anúncios no conteúdo VOD lhes dão boas ideias para experimentar novos produtos ou para testá-los, e pouco mais da metade (55%) dizem que não se importam em receber anúncios se puderem assistir ao conteúdo gratuitamente. 

Sobre o estudo global da Nielsen

O estudo global da Nielsen Video on-Demand foi realizado de 10 de agosto a 4 de setembro de 2015, com pesquisas com mais de 30 mil consumidores on-line de 61 países na Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio/África e América do Norte. O estudo incluiu os usuários da Internet que concordaram em participar da pesquisa e contém cotas baseadas em idade e sexo em cada país. Está ponderado para ser representativo dos consumidores de Internet em cada país. Devido ao fato de a pesquisa ser baseada naqueles que concordaram em participar, não é possível calcular as estimativas ou o erro teórico da pesquisa. No entanto, uma pesquisa probabilística equivalente ao tamanho teria uma margem de erro de ±0,6% em nível global. Esse estudo da Nielsen está baseado apenas no comportamento dos entrevistados com acesso à Internet. Os níveis de penetração da Internet variam de acordo com o país. A Nielsen usa um padrão mínimo de 60% de penetração ou uma população em linha de 10 milhões de pessoas para serem incluídas no estudo.

Acerca de Nielsen

Nielsen Holdings plc (NYSE: NLSN) es una firma global de gestión del desempeño que proporciona un completo entendimiento sobre lo que ve y compra el consumidor. El área Watch de Nielsen proporciona a las agencias, anunciantes y medios, servicios de medición de las audiencias (Total Audience), de cualquier dispositivo desde el que se accede a contenido (video, audio, texto). El área Buy provee a los fabricantes y detallistas de productos de consumo masivo una medición y visión global única del desempeño de la industria y del mercado. Al integrar la información de Watch y Buy junto con otras fuentes  de datos, Nielsen ofrece a sus clientes una medición de primer nivel, además de una analítica avanzada que permiten mejorar el desempeño de los negocios. Nielsen, una compañía que cotiza en índice Standard & Poor’s 500, está presente en más de 100 países que representan el 90 por ciento de la población mundial. Para mayor información, visite www.nielsen.com.

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